Histórico e auditoria
Uma assinatura vale o que valer a prova de que aconteceu. Cada documento leva consigo um histórico do que se passou, quando, e com quem — registado pela plataforma e não introduzido por ninguém.
O que fica registado
Seção intitulada “O que fica registado”O histórico mostra estes catorze tipos de acontecimento:
| Acontecimento | Registado como |
|---|---|
| Documento criado | {nome} ({email}) criou o documento. |
| Adicionado novo destinatário | Cada signatário ou destinatário de cópia acrescentado, e como lhe foi pedido que assinasse |
| Documento a ser processado | O documento está a ser selado antes do envio |
| Signatário notificado | Foi enviado um convite para assinar |
| Documento assinado | Um signatário concluiu a sua assinatura |
| Documento concluído | Todas as etapas estão concluídas e o documento foi assinado com sucesso. |
| Documento recusado | {nome} ({email}) rejeitou assinar o documento. |
| Criador notificado | Quem enviou foi avisado de uma recusa |
| Signatário notificado | Os outros signatários foram avisados de uma recusa |
| Documento cancelado | {nome} ({email}) cancelou o documento. |
| Signatário notificado | Os signatários foram avisados do cancelamento |
| O documento expirou | O documento {nome} expirou em {data} |
| Chegou a vez de um signatário | {nome} ({email}) foi ativado pela ordem de assinatura e já pode assinar. |
| Signatário promovido com ronda própria | {nome} ({email}) passou a assinar numa ronda só sua. |
Repare em quanto do histórico é sobre notificação, e não apenas sobre assinatura. O registo mostra não só que alguém assinou, mas que lhe foi pedido em devida forma — que é a parte que conta se uma assinatura vier a ser disputada.
Quando alguém recusa, o motivo que indicou fica guardado junto ao acontecimento, em Motivo.
Como o histórico é encadeado
Seção intitulada “Como o histórico é encadeado”Cada acontecimento é gravado com um hash — uma impressão digital SHA-256 — calculado sobre o hash do acontecimento anterior do mesmo documento, o documento, o destinatário, o tipo de acontecimento, o estado, os dados do acontecimento e o instante em que foi registado. O primeiro acontecimento de um documento não tem anterior; cada um dos seguintes fica preso ao que veio antes.
É isso que torna o histórico verificável:
- Alterar uma linha muda o hash que ela devia ter, e deixa de bater com o que ficou gravado.
- Apagar ou intercalar uma linha parte a ligação da linha seguinte ao hash anterior.
A verificação refaz a cadeia do primeiro ao último acontecimento e pára na primeira linha que não bate. É feita quando o Relatório de Conclusão é gerado, e o resultado fica no relatório selado: o veredicto, o número de entradas verificadas e o hash do último acontecimento (Chain root hash (SHA-256)).
A cadeia não usa nenhuma chave secreta: quem pudesse escrever na base de dados e recalculasse todas as linhas seguintes obteria uma cadeia coerente. É o hash do último acontecimento, fixado no relatório selado, que deixa de coincidir.
Um documento antigo pode ter acontecimentos gravados sem hash. A verificação salta-os; se nenhum acontecimento do documento tiver hash, o relatório diz que a cadeia não é verificável, em vez de inventar um veredicto.
Onde encontrar
Seção intitulada “Onde encontrar”Abra um documento e vá ao seu histórico. Além da lista de acontecimentos, tem a lista de destinatários, com a opção de a copiar ou de exportar o histórico.

Exportar
Seção intitulada “Exportar”O histórico pode ser descarregado em Excel, para juntar a um processo ou guardar fora da plataforma.
Ver também
Seção intitulada “Ver também”- Níveis de assinatura — o que cada nível prova
- Ciclo de vida do documento — os estados por trás destes acontecimentos
- O que está no relatório de conclusão — onde fica o veredicto da cadeia